No meio do nevoeiro, avisto gambuzinos!
Era uma vez, uma menina que vivia perto do céu, adorava comer logo de manhã umas apetitosas nuvens.
Ela dizia sempre, que as nuvens, lhe sabiam a algodão doce. Depois sorria sempre ,com o seu ar doce e angelical, que encantava todos.
Certo dia, encontrou uma bonita e amistosa galinha sentada, numa das nuvens, a menina com o seu ar doce, bochechas ruborizadas, perguntou à galinha o que fazia ali, naquela nuvem doce.
A galinha respondeu, que estava à espera de avistar, o barco fantasma dos piratas.
Reza a lenda, que sempre que aparecia nevoeiro de manhã, era avistado um barco pirata, a passar por ali.
A menina ficou intrigada, até porque ela era filha do vento e a sua mãe, a brisa, nunca lhe tinha contado nada sobre o barco fantasma dos piratas, mas uma vez falou-lhe de um porco, que tinha uma perna de pau, tinham-lhe levado a perna, para fazer um presunto. Agora piratas, ela não se lembrava.
Na realidade, os pais apenas a queriam proteger.
Já tinham sido castigados o suficiente, quando…
Ela dizia sempre, que as nuvens, lhe sabiam a algodão doce. Depois sorria sempre ,com o seu ar doce e angelical, que encantava todos.
Certo dia, encontrou uma bonita e amistosa galinha sentada, numa das nuvens, a menina com o seu ar doce, bochechas ruborizadas, perguntou à galinha o que fazia ali, naquela nuvem doce.
A galinha respondeu, que estava à espera de avistar, o barco fantasma dos piratas.
Reza a lenda, que sempre que aparecia nevoeiro de manhã, era avistado um barco pirata, a passar por ali.
A menina ficou intrigada, até porque ela era filha do vento e a sua mãe, a brisa, nunca lhe tinha contado nada sobre o barco fantasma dos piratas, mas uma vez falou-lhe de um porco, que tinha uma perna de pau, tinham-lhe levado a perna, para fazer um presunto. Agora piratas, ela não se lembrava.
Na realidade, os pais apenas a queriam proteger.
Já tinham sido castigados o suficiente, quando…