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FALSO POETA...rima descontrolada

Escreve-se poesia sem sentir,
quando um poema tem de ter vida...
uma emoção intensa e desmedida,
um crescimento do coração.
Rima-se tudo por defeito,
põem-se pontos e vírgulas,
expressões obsoletas,
de poetas passados,
de mortos eternos...
de sentimentos de outros...
um sangue que não é teu,
uma dor que não sentes...
mais um pouco que se mente.
Escrever deve ser criar,
e criar é uma liberdade mental,
que não obedece a regras,
nem a fórmulas matemáticas.
Porquê rimar?
Quando rimar é só obedecer.
Um capricho das palavras,
que devias ser tu a escolher.
Limitas algo que não tem limites
e acreditas sem fim na mentira,
no infinito fingimento descarado,
de um falso poeta indiscreto.

Há quem ache...

Há quem ache que escrever, é como fazer sobremesas instantâneas, mas a verdade é que não há caixinhas à venda no supermercado, que permitam, juntar ao computador ou ao papel, letras e grandes frases, super criativas e zás...temos texto!
A verdade é que isto envolve, longas horas de meditação...ou se atinge o Nirvana ou então atinge-se um bocadinho mais acima, que é como quem diz...o Tony Carreira, que até já dá concertos no Olympia, em Paris.
Adiante...depois de longas horas de meditação, entramos no processo "mentol" (After-eight para as mulheres e impotência para os homens) até chegar à fase de registo, propriamente dito...que já envolve, processos altamente complexos, especialmente se se usar uma Bic e ela rebentar-nos nas mãos.
Precalços facilmente ultrapassáveis, se tivermos em conta, que escrever na areia à beira-mar, qualquer obra-prima da literatura, puderemos vir a sofrer de stress pós-traumático...imediatamente após a vinda de uma simpática onda, que juntamente, co…

Jogging tipo Baywatch

Todos sabemos, que as pessoas adoram rir-se do mal dos outros!...
Não falo do mal (morte, acidente grave, ou outro infortunio com alguma gravidade), mas daqueles pequenos precalços, que nos acontecem, de vez em quando.
Quantos de nós, não acabamos por soltar uma gargalhada sentida, quando vemos os videos do k7 pirata (por exemplo), ou quando uma dessas situações, acontece, mesmo diante dos nossos olhos?
Não vamos ser hipócritas e negar, que muitas vezes, para nos sentirmos melhor ou por uma maldade nata do ser humano, o aborrecimento dos outros, nos traz um certo conforto.
Imaginem estarem com amigos na praia e verem ao longe, alguém à beira do mar a correr (jogging tipo Baywatch) :) e de repente, essa pessoa, dá um tropeção e estatela-se na areia molhada. Decerto, que o primeiro impulso, não será levantares-te e ires a correr prestar auxilio a essa intrigante criatura, que teve a audácia de imitar o David Hasselhof, mas que ao contrário de levar vestidos, os tradicionais calções…

Vampire Love II

Espero horas a fio,
Que regresse o frio,
De mais uma noite,
Em que me perco,
Deambulando pelas ruas,
À espreita da próxima...
Da vítima suculenta.
Quando se apodera de mim,
o animal e a sede,
Desfaleço mais um pouco...
Perco a humanidade.
Até que te sinto aproximar
Devagar...flutuando.
Os teus olhos alterados,
Por uma natureza instável,
Recuperam o brilho quando me vês.
Beijo-te o pescoço e
Sinto a tua pele ceder e
Nos lábios o néctar dos Deuses...
A vida e a força que encontro em ti.
Quebras este cansaço,
Que jamais terá fim.
Sustento em mim a esperança,
Da cruel escuridão,
Dar lugar ao brilho único,
Que só tu...Meu amor,
Podes emanar!

Vampire Love I

Corre-me nas veias o sangue,
que ferve a cada momento,
quando ao longe te pressinto.
O meu corpo frio e morto,
anseia por esse amor.
Espero-te junto ao peito,
para que me dês vida...
num abraço infinito
de dor e luxúria,
faço de ti o eterno...
o amor da minha vida!
Acaba com esta solidão,
a estranha incompreensão,
a intensa escuridão,
da interminável noite!
A luz que me cega,
que me transforma em cinza...
a poeira que se levanta,
quando percorro o caminho.
A sensualidade que achas em mim,
essa arma traiçoeira...
presa indefesa, noite sem fim.
Quero-te para mim!
Sorrir como sorria,
brindar ao nascer do Sol,
percorrer o campo na Primavera,
sentir a chuva escorrer-me pela face,
hoje pálida, testemunha de horrores...
gélida sensação de prazer.
Preenche o meu ser!
Quero voltar a sentir o coração...
a lágrima, o sofrimento, a emoção.
Faz de mim a eterna...
o eterno amor da tua vida!

Mas que frio...

Um dia acordei rouca, mas tão rouca, que parecia o Brian Adams ou o Rod Stewart e com umas dores no corpo, que mais parecia que tinha levado com um camião TIR.
Estava um frio de rachar e rachava mesmo, apesar de não se ver.
Dizem que as temperaturas estão muito baixas para a época e não me sai da cabeça, um filme que fui ver ao cinema "The day after tomorrow".
Estou sempre à espera do momento em que irei congelar e daqui a alguns milhões de anos, encontrarão a minha pessoa, o meu "eu", fossilizado.
Só de pensar nisto, fico arrepiada e de cabelos em pé.
Não sei porque é que comecei a escrever isto, deve ser da febre...
Devo estar a delirar!
O melhor será pôr uns paninhos molhados na testa, para ver se isto passa.
É isso que vou fazer...talvez volte, talvez não!

Essencialmente...porque me apeteceu!

Como seria se tudo o que ambicionamos, tudo o que desejamos, estivesse ao nosso alcance, apenas a um palmo de distância?

Como é, saber que pode estar mesmo, a um palmo de distância?

Nada se consegue sem esforço e força de vontade.
Temos de querer muito as coisas, porque só assim as conseguiremos alcançar.
Jamais devemos desistir, mesmo quando, existem obstáculos.
Lutamos até ao final, como os grandes guerreiros.


Frases:

"Podemos perder uma batalha, mas não perdemos a guerra!";

"Always fight your fears."

No meio do nevoeiro, avisto gambuzinos!

Era uma vez, uma menina que vivia perto do céu, adorava comer logo de manhã umas apetitosas nuvens.
Ela dizia sempre, que as nuvens, lhe sabiam a algodão doce. Depois sorria sempre ,com o seu ar doce e angelical, que encantava todos.
Certo dia, encontrou uma bonita e amistosa galinha sentada, numa das nuvens, a menina com o seu ar doce, bochechas ruborizadas, perguntou à galinha o que fazia ali, naquela nuvem doce.
A galinha respondeu, que estava à espera de avistar, o barco fantasma dos piratas.
Reza a lenda, que sempre que aparecia nevoeiro de manhã, era avistado um barco pirata, a passar por ali.
A menina ficou intrigada, até porque ela era filha do vento e a sua mãe, a brisa, nunca lhe tinha contado nada sobre o barco fantasma dos piratas, mas uma vez falou-lhe de um porco, que tinha uma perna de pau, tinham-lhe levado a perna, para fazer um presunto. Agora piratas, ela não se lembrava.
Na realidade, os pais apenas a queriam proteger.
Já tinham sido castigados o suficiente, quando…

Perguntas...???

Tento esquecer aquilo que não quero lembrar.
Quero tentar sair deste lugar...
Isolo-me e rodeio-me de muitas pessoas.
São coisas que nem sempre se sentem,
suspiros inquietos do tempo...
Descobrir o significado de um momento,
com uma ansiedade que trespassa,
Essa pequena barreira à tua volta...
Com uma pergunta de incerteza
Seguiu-se tal estranheza,
Repleta de frieza...
Um infinito de distância,
tem para mim tanta importância
que ressalta a tristeza em meu olhar.
Num minuto de silêncio, entre nós,
ficou a certeza de não se ouvir a voz,
que outrora gritara aos sete ventos,
o sentimento que lhe invadia a alma,
que lhe fazia ganhar asas e voar.

Bolinha vermelha

Estava a pensar em escrever algo, em que fosse obrigada, a colocar uma bolinha vermelha no canto superior direito deste post, mas cheguei à conclusão, que se realmente quiserem ler algo desse género, poderão fazê-lo, nas chamadas *revistas côr-de-rosa*.
Para poupar-vos a mais um conto *exótico*, pseudo-erótico, de carácter literário duvidoso, resolvi não fazê-lo, ou melhor, não escrevê-lo.
Tanto pensamento, levou-me a pensar ainda mais, na minha literatura de casa de banho...sim, ou pensam, que vou ler os diálogos de Platão, nas horas difíceis?
Nem pensar, porque iria dar tanto trabalho aos meus neurónios, que a minha mente se iria esquecer de enviar os sinais ao resto do corpo, para terminar a tarefa a que se tinha proposto.
Pensam que isto é fácil, mas não é. Existem explicações científicas para tudo isto, assim como se sabe que no Teorema de Pitágoras (a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa) - "Numa tarde em Siracusa, diz Pitágoras aos seus netos: o…