Amo-te! (coisas d'homens)
Naquele dia, Madalena jogou tudo para o alto... gritou de fúria e desapareceu, com a mesma velocidade que entrou na minha vida.
Gritou, mas esse grito não se dirigia a mim... a mim ela não disse nada, absolutamente nada... apenas desapareceu. Já me tinha dito várias vezes, em tom de aviso, que ou as coisas mudavam ou ela desaparecia... nunca acreditei... não fiz caso... pensei que fosse o “bluff” típico das mulheres, que raramente têm coragem de o tornar realidade, mas a Madalena, afinal... não estava a fazer “bluff”. Ela não!...
Fui cobarde! Admito que fui... a única mulher que amei até hoje... deixei-a ir, sem dar luta... baixei os braços... não acreditei que ela me deixasse... mas não me esforcei para que ficasse. Faltou dizer-lhe... tantas vezes, quando a olhei nos olhos, no silêncio da noite, na loucura do momento, na ternura de um abraço... faltou dizer-lhe, o que ainda hoje me custa dizer.
Não consigo! Já tentei imaginá-la mais uma vez à minha frente e poder dizer-lhe o que lhe…
Gritou, mas esse grito não se dirigia a mim... a mim ela não disse nada, absolutamente nada... apenas desapareceu. Já me tinha dito várias vezes, em tom de aviso, que ou as coisas mudavam ou ela desaparecia... nunca acreditei... não fiz caso... pensei que fosse o “bluff” típico das mulheres, que raramente têm coragem de o tornar realidade, mas a Madalena, afinal... não estava a fazer “bluff”. Ela não!...
Fui cobarde! Admito que fui... a única mulher que amei até hoje... deixei-a ir, sem dar luta... baixei os braços... não acreditei que ela me deixasse... mas não me esforcei para que ficasse. Faltou dizer-lhe... tantas vezes, quando a olhei nos olhos, no silêncio da noite, na loucura do momento, na ternura de um abraço... faltou dizer-lhe, o que ainda hoje me custa dizer.
Não consigo! Já tentei imaginá-la mais uma vez à minha frente e poder dizer-lhe o que lhe…