Egoísmo
Recordo os nossos primeiros beijos. Recordo quando ainda inclinavas ternamente, a cabeça e me afastavas as mechas de cabelo do rosto, enquanto me beijavas, até ficarmos sem fôlego.
Nada deixava adivinhar as tuas intenções. Os teus olhos mentiam e faziam com que me embriagasse cada vez mais.
Hipnóticos e misteriosos... Verdes... entranhavam-se em mim, na minha pele... por todo o corpo.
Foi numa noite, completamente ébria, que me fizeste tua.
Enquanto me beijavas, voltaste a afastar as mechas de cabelo e passaste a mão suavemente pelo meu pescoço, onde fincaste os dentes, até conseguires saborear o meu sangue.
Não conseguiste evitar as lágrimas, porque te invadiam sentimentos que nunca antes tinhas experienciado. O teu coração morto, parecia por momentos, bater a um ritmo alucinante.
Desmaiei durante alguns instantes e quando acordei, senti um terrível sabor a sangue na boca.
Senti o meu corpo a tentar dizer-me alguma coisa, só não entendia o quê.
Estava muito confusa e sentia-me fraca!
Olhei…
Nada deixava adivinhar as tuas intenções. Os teus olhos mentiam e faziam com que me embriagasse cada vez mais.
Hipnóticos e misteriosos... Verdes... entranhavam-se em mim, na minha pele... por todo o corpo.
Foi numa noite, completamente ébria, que me fizeste tua.
Enquanto me beijavas, voltaste a afastar as mechas de cabelo e passaste a mão suavemente pelo meu pescoço, onde fincaste os dentes, até conseguires saborear o meu sangue.
Não conseguiste evitar as lágrimas, porque te invadiam sentimentos que nunca antes tinhas experienciado. O teu coração morto, parecia por momentos, bater a um ritmo alucinante.
Desmaiei durante alguns instantes e quando acordei, senti um terrível sabor a sangue na boca.
Senti o meu corpo a tentar dizer-me alguma coisa, só não entendia o quê.
Estava muito confusa e sentia-me fraca!
Olhei…