Pesad(elo)
Arrancaste de mim a felicidade que muitos invejavam... Arrancaste-a sem pudor, sem sentimento...
Fechaste em mim, uma porta tão dificil de abrir...
Fechaste os olhos e fugiste... abandonaste o barco, quando ainda navegava a todo o gás... varreste-me para o canto... para o cantinho.... sem explicação... sem “Adeus” ou “Até já”... sem palavras, nem gestos... apenas um imenso silêncio ensurdecedor, que não suporto e me deixa louca... louca de tristeza e de incoformidade...
No meu cantinho, mora a mágoa... o cantinho, tão gentilmente cedido pelo Amor...
mora nele, agora, a mágoa e paga renda... uma renda tão alta, que temo não conseguir pagá-la, por muito tempo...
Quero apenas encontrar a resposta... o sossego... a Paz... para viver uma outra Primavera, entendes?
Quero sair deste Inverno, que me afunda um pouquinho todos os dias...
Dizem-me, vezes sem conta: “Falta-te o brilho nos olhos que sempre vi, onde me reflectia”... falta-me o brilho...
Gabam-me a beleza... mas as palavras são diferente…
Fechaste em mim, uma porta tão dificil de abrir...
Fechaste os olhos e fugiste... abandonaste o barco, quando ainda navegava a todo o gás... varreste-me para o canto... para o cantinho.... sem explicação... sem “Adeus” ou “Até já”... sem palavras, nem gestos... apenas um imenso silêncio ensurdecedor, que não suporto e me deixa louca... louca de tristeza e de incoformidade...
No meu cantinho, mora a mágoa... o cantinho, tão gentilmente cedido pelo Amor...
mora nele, agora, a mágoa e paga renda... uma renda tão alta, que temo não conseguir pagá-la, por muito tempo...
Quero apenas encontrar a resposta... o sossego... a Paz... para viver uma outra Primavera, entendes?
Quero sair deste Inverno, que me afunda um pouquinho todos os dias...
Dizem-me, vezes sem conta: “Falta-te o brilho nos olhos que sempre vi, onde me reflectia”... falta-me o brilho...
Gabam-me a beleza... mas as palavras são diferente…