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É o delírio!!! ehehehe :)

O homem Português, não canta tirolês!

Mentes dementes, incontinentes,
Dormentes e inconscientes.
Troca-tintas, tens a mania que és pintas,
Tretas de tagarelices que soltas.
Grunhidos, gemidos, que não se percebem,
Ecoam pelos cantos, onde matas baratas,
Com as tuas botas de cowboy,
Tens a mania que és herói,
Dos livros aos quadradinhos.
És quadrado e obtuso,
Estás a cair em desuso,
Obsoleto e parecido com o Anacleto.
Coças a barriga e bebes a *jola*,
Comes tremoços e jogas à bola.
És o campeão da tua mãe,
Não ligas ao desdém,
Do Joaquim e do Zé.
Só pedes insistentemente,
Que te faça fricassé,
Porque soltaste o pescoço e
A galinha já não cacareja.
O teu cãozinho Tobias,
Minúsculo e atarracado,
Agarra-se firme às tuas pernas
E pede para ser amado,
Na língua canina que só tu entendes.
Levantas a custo o bracinho,
Ai, meus Deus!...
O cheiro que vem do sovaquinho.
Tudo para acenares o Adeus,
Ao bêbedo do amigo Chico,
Que corre e vai de uma vez,
Beber mais um copo de três.
Arregalas a vista com a vizinha,
A querida e simp…

Pesad(elo)

Arrancaste de mim a felicidade que muitos invejavam... Arrancaste-a sem pudor, sem sentimento...
Fechaste em mim, uma porta tão dificil de abrir...
Fechaste os olhos e fugiste... abandonaste o barco, quando ainda navegava a todo o gás... varreste-me para o canto... para o cantinho.... sem explicação... sem “Adeus” ou “Até já”... sem palavras, nem gestos... apenas um imenso silêncio ensurdecedor, que não suporto e me deixa louca... louca de tristeza e de incoformidade...
No meu cantinho, mora a mágoa... o cantinho, tão gentilmente cedido pelo Amor...
mora nele, agora, a mágoa e paga renda... uma renda tão alta, que temo não conseguir pagá-la, por muito tempo...
Quero apenas encontrar a resposta... o sossego... a Paz... para viver uma outra Primavera, entendes?
Quero sair deste Inverno, que me afunda um pouquinho todos os dias...
Dizem-me, vezes sem conta: “Falta-te o brilho nos olhos que sempre vi, onde me reflectia”... falta-me o brilho...
Gabam-me a beleza... mas as palavras são diferente…

Sentido(s)

Sabes do que tenho saudades?
Do estado de inocência de quando somos crianças... em que ainda vivemos entre os dois mundos... o da realidade e o da fantasia, sem nos deixarmos afectar em demasia, quer por um, quer por outro.
Saudades da despreocupação, da descontracção, da ingenuidade infantil, que nos mantinha à margem de muitas dores, que hoje se cravam na pele e nos tomam conta dos pulmões... e não nos deixam respirar.
O estado de coma, que é ter consciência de que se sente e do que se sente, sem que possamos lutar contra isso e vencer.
É uma luta perdida de início e desigual, que nos vai mastigando lentamente, para nos cuspir no final.
Preocupa-me de alguma forma, esta esfrega de sal, que teimamos em colocar nas feridas profundas, para gritarmos cada vez mais alto, com a esperança que alguém oiça.
Somos todos surdos para os outros... os nossos ouvidos só ouvem as palavras que proferimos, para interiorizarmos o nosso egoísmo, numa vasta e ampliada imagem do nosso umbigo, que não é nada m…

Egoísmo

Recordo os nossos primeiros beijos. Recordo quando ainda inclinavas ternamente, a cabeça e me afastavas as mechas de cabelo do rosto, enquanto me beijavas, até ficarmos sem fôlego.
Nada deixava adivinhar as tuas intenções. Os teus olhos mentiam e faziam com que me embriagasse cada vez mais.
Hipnóticos e misteriosos... Verdes... entranhavam-se em mim, na minha pele... por todo o corpo.
Foi numa noite, completamente ébria, que me fizeste tua.
Enquanto me beijavas, voltaste a afastar as mechas de cabelo e passaste a mão suavemente pelo meu pescoço, onde fincaste os dentes, até conseguires saborear o meu sangue.
Não conseguiste evitar as lágrimas, porque te invadiam sentimentos que nunca antes tinhas experienciado. O teu coração morto, parecia por momentos, bater a um ritmo alucinante.
Desmaiei durante alguns instantes e quando acordei, senti um terrível sabor a sangue na boca.
Senti o meu corpo a tentar dizer-me alguma coisa, só não entendia o quê.
Estava muito confusa e sentia-me fraca!
Olhei…

Teddybear

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afewyearsago
Originally uploaded by Moon*.
A origem da minha paixão por Ursos!!!


(Foi aqui que tudo começou...)

Vou desaparecer...

Vou desaparecer aos teus olhos,
quando nunca mais sentir os teus lábios,
quando deixares de sussurrar aos meus ouvidos,
quando os teus braços não mais me abraçarem,
quando as tuas palavras não existirem para me preencherem...
quando me faltarem as forças para lutar...
Vou desaparecer...
Do teu Mundo...
Para sempre...
Uma réstia de lembranças de nós,
da estranha força que nos uniu,
a mesma brutal força que nos separa.
Dois opostos da mesma Vida!
Nunca quis uma despedida e
continuo a não querer...
A dor imensa de não saber,
muitas coisas que me faltam.
A busca de uma Paz, que não me quer e
a luta de uma guerra que não é só minha.
Tenho apenas um sopro de Vida...
o mesmo sopro que se vai desvanescendo,
com a realidade que me assombra.
Vou desaparecer...
Do teu Mundo...
Para sempre...
Resta-me a velocidade do conta-quilómetros,
o poder da quinta e dos décibeis,
da música que é tão minha, como tua.
O meu carro voa na loucura,
de chegar às nuvens que não alcança,
de te encontrar na curva...
mas na curva, permanecia sem…

ALICE... (As histórias de)

O meu nome?
O meu nome é Alice... o nome da minha bisavó. A minha mãe diz que ela foi uma mulher única e em homenagem a ela deu-me o mesmo nome.
Alice... mas Alice não rima com nada de bom... só me veêm à cabeça palavras más, como; aldrabice, cuscovilhice, vigarice e outras tantas, acabadas em “ice”... nada de bom, portanto!
Queria ter um nome diferente, que rimasse com palavras bonitas, como Leonor, que rima com Amor ou São, que rima com Paixão... Constança que rima com Esperança ou Julieta, que rima com borboleta... entendem?
Não adianta!!!
O meu nome é Alice e a ele, ficarei presa para o resto da minha Vida.
Vou apresentando-me aos outros com nomes diferentes, mas chamo-me Alice... é o que está no meu registo.
Não me sinto Alice!
Sinto-me mais Cleópatra... mas não é esse o meu nome e não posso tentar ser alguém que não sou e quem sou eu?
Alice, só Alice... nada mais!



PODEMOS SER TUDO O QUE QUISERMOS... BASTA ACREDITAR!!!
(Lutem até ao fim por aquilo que querem e não desistam... não sejam você…

E se um desconhecido lhe oferecer flores... isso é?...

Não, não é Impulse!... é assédio sexual com cheiro a flores!

Verdes são os novos guerreiros!

Another depressing Sunday!...
Pois é... mais um... preferia ter dois Sábados na mão que um Domingo a voar, mas enfim...
Este meu ódio pelos Domingos, só diminui graças aos pensos rápidos da marca Continente e aos lenços Feeling, comprados numa qualquer área comercial.
Estes lenços Feeling, puxam mesmo pelo Feeling e é principalmente quando estou virada para esse lado que mais os utilizo. São bastante macios para que não causem feridas nos nossos narizes.
Tenho alturas em que uso os Feeling como se não houvesse amanhã, que normalmente acontece aos Sábados, porque o dia seguinte é um Domingo, que para mim é como se não existisse. Deixo derramar as lágrimas como se estas levassem e lavassem todos os males do Mundo, mas como é óbvio, um simples mortal não tem esses poderes e o Batman, não chora assim...
Há uma outra coisa que diminui o meu ódio pelos Domingos e que são os jogos do meu clube (quando são ao Domingo)... do grande Sporting, que tantas alegrias me tem dado.
Muitos são aqueles que pe…

António Manuel Oralindo Ruas

António Manuel Oralindo Ruas é um tipo desprezível e detestável, que todos tratam por AMOR.
Ouve-se com muita frequência:
- Filho da puta do Amor!!!
Para entenderem melhor o porquê desta frase e também que tipo é o AMOR, passo a explicar o seguinte:
O AMOR é aquele que nos faz acreditar que estamos doentes, só para nos oferecer uma caixa de supositórios, com o propósito de nos ajudar a aplicá-los.
É daquele tipo, que come a banana e deita a casca para o chão, só para ter o prazer de ver alguém estatelar-se à sua frente.
O AMOR é daquele tipo de amigos que nos dão palmadinhas nas costas, mas que na primeira oportunidade nos pregam uma rasteira.
A mãe do Amor, ao contrário do que se especula, não é prostituta, é sim, doente do coração. Diz quem a conhece, que tem angina de peito.
O pai, esse sim, tem um bar de alterne e leva a vida à margem da lei.
- Filho da puta do AMOR!

(continua... um dia destes... quando eu quiser)


Aqui entre nós... o São Valentim é namorado do São Nicolau... xiuuuuuuuu... eu…