Canção d’embalar
Encontrei no teu quarto um manto de algodão doce... toquei-lhe com os dedos pequeninos e neles, se desfez em mil sonhos.
Fechei a cortina de fitas de seda, para te deitar nas almofadas de nuvens.
Fechámos os olhos e deixei-me levar, num mar de estrelas cadentes, na decadência do tempo...
Um tempo que percorro, em tom de penitência, numa tortura infindável, de espinhos pontiagudos, que sinto cravarem-se na carne.
Saboreio o sangue com sabor de morangos silvestres, de planícies agrestes, que se perdem no horizonte.
Contam-me os teus lábios, pequenos segredos, que o teu coração não guarda.
Fazem brotar em mim, as lágrimas de diamantes inocentes, que te ofereço, embrulhadas em papel de veludo azul.
No sopro do vento, viaja perdida a minha vida, no teu Mundo de aberrações.
Desenho num papel de todas as cores um Mundo novo... um Mundo que se ajusta a nós, como um casaco quentinho e cómodo.
Sopro a felicidade para o teu coração e desperto os sorrisos de todos os poros do teu corpo.
Observo-te através…
Fechei a cortina de fitas de seda, para te deitar nas almofadas de nuvens.
Fechámos os olhos e deixei-me levar, num mar de estrelas cadentes, na decadência do tempo...
Um tempo que percorro, em tom de penitência, numa tortura infindável, de espinhos pontiagudos, que sinto cravarem-se na carne.
Saboreio o sangue com sabor de morangos silvestres, de planícies agrestes, que se perdem no horizonte.
Contam-me os teus lábios, pequenos segredos, que o teu coração não guarda.
Fazem brotar em mim, as lágrimas de diamantes inocentes, que te ofereço, embrulhadas em papel de veludo azul.
No sopro do vento, viaja perdida a minha vida, no teu Mundo de aberrações.
Desenho num papel de todas as cores um Mundo novo... um Mundo que se ajusta a nós, como um casaco quentinho e cómodo.
Sopro a felicidade para o teu coração e desperto os sorrisos de todos os poros do teu corpo.
Observo-te através…