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Kit Kat... da Pausa

Respirem fundo...
Fechem os olhos...
Mordam os lábios...

Já volto!

A redescoberta da poesia...

Bem vinda Poesia...
palavras soltas que se encontram,
que fazem o sentido do sentimento,
que descrevem o imaginário do momento,
que permitem que te encontre,
no longínquo e inquieto pensamento...
no mar de ideias em que mergulho,
partilho o que me povoa,
com todos os que lêem...
vindos de mundos diferentes,
que não faz deles descrentes,
quando acreditam na liberdade,
de uma poesia, minha e tua
reflectida no brilho intenso da Lua,
que adormece uma criança
e consola o desalento humano,
numa tentativa incessante,
de preencher o infinito vazio...
um vazio...um desvio de olhar,
que faço rápida e tristemente,
para que o Mundo não perceba,
que vivo e sonho para ti...
a ti que moras em folhas brancas,
onde escrevo até terminar a tinta,
as palavras e o sentido que dou,
à redescoberta da linda poesia.

Shake shake shake

Desculpem-me a ausência, mas ando a sacudir a minha Vida...
Ando nas limpezas...
Os cantos já brilham e o algodão não engana...
Muita merda andava acumulada!!! :)

Abracinhos

1 minuto de silêncio...

Vamos fazê-lo neste meu blog...
pelo futebol português...
pelo politicamente correcto "fairplay"... que é uma palavra desconhecida pelos árbitos, leigos ou comprados, deste país à beira mar plantado!
O que se viu ontem, foi uma vergonha... foi a castração do verdadeiro merecedor... castração essa, que já alguns conheciam previamente...

"Senhor fiscal de linha, se me está a ler neste momento, deixo aqui esta pequena nota para si: A sua sorte foi não ter ido ao estádio, caso contrario, iria perder todo o amor e carinho que tenho ao meu telemóvel suplente (Sendo S300), que seria lançado estrategicamente à sua cabecinha oca, ao contrário do seu bolso, cheio de notinhas "made in FCP""


Deixo aqui um aviso prévio a todos, que amanha irei ganhar o Euromilhões e a partir daí, irei comprar todos os árbitos, incumbidos de apitar os jogos do Sporting e os respectivos apêndices (aka fiscais de linha).
Também iremos ter um "bi-tri" carago!!!


Como se costuma dizer:…

Ser h(O)mem

Ser homem é ser mais baixo, é ser pior
Do que o inimigo! Pisar em quem se ama!
É ser desprendido e querer ter fama
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o tormento
E não saber sequer o que deseja!
É ter cá dentro um coração que boceja,
É fugir a todo o momento!

É ter fome, é ter sede de vingança!
Na incerteza de pensamentos confusos...
É aniquilar um mundo sem esperança!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e dúvida em mim
e calando-me cobardemente para toda a gente!


NOTA: possívelmente... de 5 euros!!! Mais, não dou!!! :)

Era uma vez...

Hoje pus-me a pensar... não é que não pense habitualmente, porque normalmente até penso em demasia em coisas que não devia, mas enfim... eu sou assim!
Bem, tal como disse... pus-me a pensar e concluí que tenho um sonho... utópico, pois bem... como a maioria dos nossos sonhos...
Não, não é um Ferrari amarelo, se bem que, se existir alguém que me queira oferecê-lo, com toda a certeza, de uma amante de carros e velocidade, não direi que não.
Mas o meu sonho é diferente...
O que eu queria mesmo, era fazer parte do Mundo de uma série de fantásticas criaturinhas especiais... da Abelha Maia, do Tom Sawyer, do Marco, da Heidi, do Panda Tau-Tau, do Bush bush, dos Transformers, do He-man e a irmã She-Ra...
Viver com sete anões, porque como sabem, mas valem sete anões nas mãos que um a voar.
Todos os dias ter novos cenários desenhados a pensar em mim...
Acordar com o céu verde e o mar laranja... um Sol azul... conhecer animais que falam... os ursinhos carinhosos e os pequenos póneis...
Viver um dia no …

Canção d’embalar

Encontrei no teu quarto um manto de algodão doce... toquei-lhe com os dedos pequeninos e neles, se desfez em mil sonhos.
Fechei a cortina de fitas de seda, para te deitar nas almofadas de nuvens.
Fechámos os olhos e deixei-me levar, num mar de estrelas cadentes, na decadência do tempo...
Um tempo que percorro, em tom de penitência, numa tortura infindável, de espinhos pontiagudos, que sinto cravarem-se na carne.
Saboreio o sangue com sabor de morangos silvestres, de planícies agrestes, que se perdem no horizonte.
Contam-me os teus lábios, pequenos segredos, que o teu coração não guarda.
Fazem brotar em mim, as lágrimas de diamantes inocentes, que te ofereço, embrulhadas em papel de veludo azul.
No sopro do vento, viaja perdida a minha vida, no teu Mundo de aberrações.
Desenho num papel de todas as cores um Mundo novo... um Mundo que se ajusta a nós, como um casaco quentinho e cómodo.
Sopro a felicidade para o teu coração e desperto os sorrisos de todos os poros do teu corpo.
Observo-te através…

É o delírio!!! ehehehe :)

O homem Português, não canta tirolês!

Mentes dementes, incontinentes,
Dormentes e inconscientes.
Troca-tintas, tens a mania que és pintas,
Tretas de tagarelices que soltas.
Grunhidos, gemidos, que não se percebem,
Ecoam pelos cantos, onde matas baratas,
Com as tuas botas de cowboy,
Tens a mania que és herói,
Dos livros aos quadradinhos.
És quadrado e obtuso,
Estás a cair em desuso,
Obsoleto e parecido com o Anacleto.
Coças a barriga e bebes a *jola*,
Comes tremoços e jogas à bola.
És o campeão da tua mãe,
Não ligas ao desdém,
Do Joaquim e do Zé.
Só pedes insistentemente,
Que te faça fricassé,
Porque soltaste o pescoço e
A galinha já não cacareja.
O teu cãozinho Tobias,
Minúsculo e atarracado,
Agarra-se firme às tuas pernas
E pede para ser amado,
Na língua canina que só tu entendes.
Levantas a custo o bracinho,
Ai, meus Deus!...
O cheiro que vem do sovaquinho.
Tudo para acenares o Adeus,
Ao bêbedo do amigo Chico,
Que corre e vai de uma vez,
Beber mais um copo de três.
Arregalas a vista com a vizinha,
A querida e simp…

Pesad(elo)

Arrancaste de mim a felicidade que muitos invejavam... Arrancaste-a sem pudor, sem sentimento...
Fechaste em mim, uma porta tão dificil de abrir...
Fechaste os olhos e fugiste... abandonaste o barco, quando ainda navegava a todo o gás... varreste-me para o canto... para o cantinho.... sem explicação... sem “Adeus” ou “Até já”... sem palavras, nem gestos... apenas um imenso silêncio ensurdecedor, que não suporto e me deixa louca... louca de tristeza e de incoformidade...
No meu cantinho, mora a mágoa... o cantinho, tão gentilmente cedido pelo Amor...
mora nele, agora, a mágoa e paga renda... uma renda tão alta, que temo não conseguir pagá-la, por muito tempo...
Quero apenas encontrar a resposta... o sossego... a Paz... para viver uma outra Primavera, entendes?
Quero sair deste Inverno, que me afunda um pouquinho todos os dias...
Dizem-me, vezes sem conta: “Falta-te o brilho nos olhos que sempre vi, onde me reflectia”... falta-me o brilho...
Gabam-me a beleza... mas as palavras são diferente…

Sentido(s)

Sabes do que tenho saudades?
Do estado de inocência de quando somos crianças... em que ainda vivemos entre os dois mundos... o da realidade e o da fantasia, sem nos deixarmos afectar em demasia, quer por um, quer por outro.
Saudades da despreocupação, da descontracção, da ingenuidade infantil, que nos mantinha à margem de muitas dores, que hoje se cravam na pele e nos tomam conta dos pulmões... e não nos deixam respirar.
O estado de coma, que é ter consciência de que se sente e do que se sente, sem que possamos lutar contra isso e vencer.
É uma luta perdida de início e desigual, que nos vai mastigando lentamente, para nos cuspir no final.
Preocupa-me de alguma forma, esta esfrega de sal, que teimamos em colocar nas feridas profundas, para gritarmos cada vez mais alto, com a esperança que alguém oiça.
Somos todos surdos para os outros... os nossos ouvidos só ouvem as palavras que proferimos, para interiorizarmos o nosso egoísmo, numa vasta e ampliada imagem do nosso umbigo, que não é nada m…