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Deixem-se embriagar

No fim do Mundo, decidi acender uma vela
Com meia dúzia de amigos partilhei...ela.
Aí vai uns copos para libertar a alma,
esquecer a vida que vai lá fora,
fazer novas descobertas, portas abertas...
Portas que se fecham, na privacidade do momento.
Aparências, confidências e experiências,
nesta casa esquecida do Mundo...
Mil ansiedades e um milhão de verdades.
Incertezas? Quem sabe!?
Faço do teu, o meu abrigo
Faço do teu, meu ombro amigo.
Lá fora, tudo acontece!
Cá dentro, tudo permanece...
Na verdade escondida
Problemas, dilemas e telefonemas.
Sentimentos e emoções despertam,
corações que não se libertam,
do medo absurdo de amar.
De tantas coisas que se ouviu falar,
Arrepia-me o sopro do vento,
esse ensurdecedor assobio inquieto...
Assombrado ambiente aquecido,
envolvente este desconhecido,
assustador o desejo de estar contigo.
Fotografo-te para relembrar
todos os momentos vividos neste lugar.
Estas melodias, ouvidas e dançadas.
misturadas com a embriaguez...
Do lícor, do sabor, do tin…

A melhor PAUSA da nossa VIDA

Vamos fazer uma pausa.

Párem tudo o que estiverem a fazer, neste preciso momento!

Já pararam?

Inspirem o máximo de ar que conseguirem e libertem-no lentamente...

Repitam durante algumas vezes, até sentirem o vosso batimento cardíaco diminuir.

Sintam a Paz... essa estranha calma que vos começa a invadir e não pensem em nada.

Ignorem por breves segundos o Mundo que vai lá fora.

Esqueçam-se de tudo o que vos incomóda e magoa.

Esqueçam os sentimentos que vos corropem e desfazem.

Este momento pertence-vos e a mais ninguém.

Aproveitem ao máximo o milésimo de segundo, de olhos bem fechados.

Viajem no arco-íris, toquem nas nuvens, escrevam na areia, todas as palavras que jamais dirão, abracem no vosso sonho, quem mais querem abraçar e corram... libertem-se e deixem o vento tocar-vos o rosto...

Acima de tudo Vivam muito... sem medo... sem receio!!!

Sunset on the Water

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Sunset on the Water
Originally uploaded by Number 37.
Let's disappear to somewhere faraway!!!

Recomeço

Estava uma noite fria e
uma lua que escondia...
O teu olhar,
que me preenchia.
O teu abraço,
aquece-me e esqueço-me,
que um dia,
a outro pertenci,
num dia em que me perdi.
Reencontrei-me aqui,
junto a ti.
Passados os tempos,
no meu coração jaz em paz,
outro sentimento.
Que este sentimento,
que agora nasce,
viverá dessa dádiva,
que me cedes.
Alimenta-se dos momentos...
Preciosos momentos que vivemos,
temendo que acabem...
Que acabem sem aviso.
Prometo agarrá-los com força,
para não me escaparem,
que de ti não se escapam,
não fosse o teu coração,
a força da união...
A inocência,
doce e pura.
Respiro este novo ar,
que me enche o peito
e tu, o coração.




P.S. - Obrigado!

O suícidio das palavras

O suícidio das palavras,
quando por ti são proferidas,
mais parecem estaladas,
que provocam feridas.
As mesmas palavras,
que em tempos usaste...
quando ainda tinhas asas,
tempos em que me amaste.
Choram todos sem fim...
todos os verbos doces,
que viviam em ti e em mim
O vazio daquelas frases,
que para trás ficaram,
jazem somente os lilazes,
daqueles que se amaram.
Abres a boca na tentativa,
que saiam mais do que sons
e na hora da despedida,
pões sal grosso na ferida,
na desesperada tentativa,
que caia em teus braços frios,
outrora protectores e quentes.
Estou cansada desses desvios,
das tuas palavras eloquentes,
dos pensamentos efervescentes,
que gritas aos quatro ventos.
O suicídio do nosso amor,
foi mais do que um doce favor.
Foi o sossego que me concederam,
as eternas e sofridas palavras,
que te disse finalmente...
Num gesto de dor dormente,
ficou para sempre, só e somente,
a memória do que existiu!
De tudo o que resta...
Resta por fim, o suícidio...
O suícidio das palavras!


(Este foi retirado do baú, mas não p…

Lua

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DSC00944
Originally uploaded by Moon*.
O primeiro dia que te olhei... acho que não me lembro, quando foi, mas lembro-me do primeiro dia que te vi!
E tu lembras-te???

Sagrada Família - Antoni Gaudi

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DSC00522
Originally uploaded by Moon*.
Este foi um dos pontos altos da minha curta, mas excelente, estadia na magnífica cidade de Barcelona.
Tive tanta sorte que neste dia não se pagava entrada para entrar na Sagrada Familia e com isto, devo ter, quase 100 fotos, só daqui.
Já me doiam as pernas de tanto andar, para conhecer a cidade e os seus pontos mais importantes, mas não abdiquei desta visita.
A noite ainda me reservou um jantar animado, cheio de portugueses, que se juntaram para ver o Portugal-Angola, no Europeu 2006.
Ficam as saudades e a promessa de lá voltar... um dia destes!!!

AMOR (Perdido de...)

Julgava-o perdido... Talvez extinto... Apagado por um qualquer extintor barato.
Preso em milhares de palavras, escritas em livros que ninguem lê e cartas bolorentas, guardadas em caixas, longe da lembrança e do coração.
Por algumas vezes senti-o presente. Muitas vezes intensamente. Da maioria das vezes, com maior intensidade de dentro para fora e distribuí-o, como se não se esgotasse nunca, mesmo quando embatia directamente no escudo, que diante de mim se erguia.
Julguei-o esquecido... enterrado... mastigado por uma boca dorida, das mordidas sem dó.
Sem querer, encontrei-o... Novamente? Não sei! Simplesmente, encontrei-o. Inesperadamente. Surpreendentemente e com uma força de fora para dentro, que vai além da compreensão humana. Com uma pureza única e num estado inocente e despretencioso. Desmedido? Talvez, quem sabe?!
A intensidade com que atinge o meu coração é inexplicável. Desta vez, sei que as palavras que escrevo, serão lidas e sentidas, pelo que são... na sua verdadeira essência... …

Nao sei nada do Futuro!...

Procuro um escape...
Uma janela aberta...
Alguém que me abra uma porta...
Que esconda a surpresa,
Da mudança e felicidade.
Acelero o passo,
apresso tudo...
Irreflectidos momentos,
que escondem incertezas.
Não sei nada do futuro,
se nem do presente sei!
Do presente, quero apenas vivê-lo,
sem reservas e medos.
Sem rancores encontro,
ocasionalmente,
um passado recente.
Abraço-o com carinho,
porque mora no meu coração,
em espaço reservado.
Não sei nada do futuro e
o presente é confuso...
Uma confusão de emoções e
sentimentos novos e antigos.
Em ruínas, o meu coração,
tenta uma reconstrução,
mas chove lá fora.
Não sei nada do futuro e
o presente... nem sei...
Tenho, por vezes,
saudades do passado,
que me é tão querido!

Vampire Love III

Uma amiga é a noite,
que esconde a luz que me mata.
Oiço os sussurros de todos...
de todos os seres que habitam este planeta,
até me levarem à loucura.
Assola-me uma solidão interminável,
desde o dia em que partiste,
em busca da aventura.
Apoderou-se de ti o medo,
da minha hora chegar antes da tua e
de morrer nos teus braços,
sem um fio de sangue nas veias.
O meu coração há muito que não pulsa,
a não ser quando estás perto de mim.
A pele pálida do teu rosto,
ganhava côr quando te tocava e o
teu corpo ganhava uma outra vida.
Sem ti, os dias são insuportáveis e
só me resta esperar pela morte...
Mas morta já estou, por dentro.
Sem sangue, sem o bater do coração,
sem ti, meu amor... sem emoção.
Não consigo tirar os olhos do chão,
uma triste penitência, um jogo de paciência,
neste Mundo que não é meu.
Deixo o meu corpo cair no chão,
pois sem forças me sinto...
Até que senti o meu coração pulsar,
com uma brutal intensidade...
Eras tu que me estendias a mão,
com doces e esperadas promessas,
de ficares para sempre no meu…