Mensagens

2006?

Bom ano!...

Excelente colheita!

Black Book

O meu “Black Book” já foi de várias cores e várias formas, mas teve sempre o mesmo forte e único significado.
Rascunhos, rabiscos, desenhos e palavras soltas... palavras que compõem, melodias, sentimentos, desabafos, histórias intermináveis de imaginação e libertação.
Todos nós devíamos ter um “Black Book”, onde não há limite... não se contam as palavras, mas conta-se com palavras, aquilo que nos vai na alma.

Não é um diário, porque não é escrito com essa finalidade básica de descrever o que nos acontece no dia-a-dia, mas sim, escrever sobre aqueles dias que nos marcam.

As lágrimas mais profundas e os sorrisos mais rasgados.
Folhas soltas, de frases soltas, mas não desprendidas, pois também elas estão preenchidas por sonhos ou pesadelos.

Muitas vezes escrevi para não esquecer...

Escrevi, porque me faltava o ar... da agonia que me preenchia e que calava, no silêncio solitário e inquieto, onde sofri consciente, que o tempo cura todas as feridas.
Guardei muitas lágrimas numa caixinha, para não …

É hoje!

PARABÉNS InCulto

2 anos de histórias e ainda com tanto para contar...

As aparências iludem...

Gabriel parece um anjinho... é o que dizem!

Tem asas... muitas asas.

Não tem sexo.

Protege os outros.











Gabriel tem os cabelos loiros e encaraculados.

Tem o frigorifico cheio de Red Bull... e umas garrafinhas de Vodka.

Há 2 meses que não tem relações sexuais.
Desde que terminou a relação com a sua namorada de longa data... a Palmira.

Trabalha numa empresa multinacional de informática e está a produzir um novo anti-virus.



* Espero que tenham captado a mensagem ;)

Quase 2 anos de InCulto

Para quem não sabe o InCulto está quase a fazer 2 anos.

2 anos, desde a sua criação...

Assim é que se vê como o tempo passa!


Beijinhos a todos.

Cantinhos

Amo-te...
Todos os cantinhos que te constróem...
Amo esses cantinhos...
Onde me perco...
Onde tantas vezes me encontro,
perdida na imensidão,
embalada pelo coração,
bebendo dos teus beijos,
dou-me a ti sem medo.
Dou-me a um ritmo,
ao som de uma batida,
que tão bem conheces.
Dançamos bem juntos,
guiamo-nos numa estrada,
que percorremos à noite,
Quando a Lua se acende no céu.

Respiro.
Inspiro...
Expiro...

Sinto-te colado a mim,
sorrindo abraças-me.
Quente a tua boca,
quando toca a minha.
Suave voz que murmura,
junto ao meu ouvido:
“Amo-te...
Todos os cantinhos que te constróem...
Amo esses cantinhos...
Onde me aninho, para ficar junto a ti.
Esperei tanto tempo para te ter,
poder ver o teu sorriso,
sentir o teu olhar em mim.
Adormece no meu peito e
deixa-me abraçar-te.
Quero fazer-te feliz!”

Dormente...

Tenho o corpo dormente
Uma pequena dor que se sente
Quando te perco de vista.
Cresce em mim a saudade
A falta de te ver e sentir
Quando os meus lábios não tocam os teus.
Todo o meu corpo dói
Porque o teu corpo está longe.
Faltam-me as palavras
As que dizes de mansinho
Quando encostas o teu rosto ao meu.
Quero adormecer junto ao teu peito
Embalada pelo bater do teu coração
Ao ritmo suave do teu amor...
Sentir o doce dos teus beijos e
A energia que tens na ponta dos dedos
Quando me percorrem apressados.
Tenho o corpo dormente
Uma pequena luz que se acende
Quando te vejo novamente.


Dedicado a todos aqueles que têm alguém que lhes ilumina os dias e lhe traz felicidade e principalmente, à pessoa que me ilumina os dias e me traz felicidade.

Beijinhos * ** *

Night Rain

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Night Rain
Originally uploaded by mpaandaa.
É noite. Estou a caminhar em direcção a algo que não sei. Páro. Escuto vozes. Olho em volta. Continuo a andar. Acelero o passo. Oiço uma voz. Tropeço. Caio no chão, desamparada. Fico ferida no joelho. Levanto-me e regresso à caminhada. A voz está cada vez mais próxima. Está frio. Começa a chover, com pouca intensidade. Aperto o casaco. Abraço-me para aquecer o corpo. Páro numa montra e embacio o vidro. Tocam-me no ombro. Dou um salto, assustada. Volto-me para trás. És tu. Abraço-te. Abraças-me. Beijas-me. Esqueci o frio. A chuva intensifica-se. Não importa. Continuamos a beijar-nos. Estamos a ficar encharcados. Dás-me a mão. Levas-me contigo. Entramos no prédio. Abres a porta com as chaves que trazes no bolso do casaco. Entramos. Despimos os casacos. Fazes um café para os dois. Está quente. Sabe bem. Sentamo-nos no sofá. Bebemos o café até ao fim. Passas a tua mão pelo meu rosto. Faço o mesmo com a minha mão no teu rosto. Abraço-te. Beijas-me.…

Pequeno coração

Gostava de medir o meu coração. Cheguei a pensar nisso. Pensei!... Juro que pensei!
Depois lembrei-me e parei de pensar, pelo menos em medi-lo, porque ninguém pára de pensar.
Tudo porque cheguei à conclusão, que tenha ele, o tamanho que tiver, será sempre pequeno demais, para conter tudo aquilo que sinto por ti.
Assim, pus-me novamente a pensar... como é que um coração, relativamente pequeno, ou proporcional ao meu tamanho, pode abrigar um sentimento tão grande, como o que sinto por ti.
Não cheguei a nenhuma conclusão, a não ser que aquilo que sinto é realmente enorme e o espaço físico é realmente pequeno... até que cheguei à conclusão tão simples que... há coisas que não se medem!!!
Todas as conclusões, só foram possíveis graças a ti. Por saberes exactamente o que queres, por eu fazer parte dessa lista e por seres tão transparente a mostrares aquilo que sentes, talvez porque o teu coração é igualmente pequeno, para abrigar esse sentimento que cresce dentro de ti.


Obrigado.

Amor (estás aí?)

Quem é que nunca sofreu por Amor?
Serão poucos aqueles que responderão que nunca sofreram por Amor.
O Amor faz parte da vida e como tal, ao longo da vida vamos amando, com mais ou menos intensidade, mas existirão sempre pessoas que nos marcam profundamente, de uma forma ou de outra.
Hoje em dia, noto cada vez mais, que as pessoas têm muito medo da entrega.
Têm medo de sair magoadas, de se envolverem demais, até ao ponto sem retorno.
Aquelas que têm a audácia de desafiar tudo e todos, ou talvez sejam mais inocentes, acabam mesmo por se quebrarem a valer.
O Mundo onde vivemos, já não está disposto a esse tipo de sentimentos... não há tempo, não há disponibilidade... há stress, há fases das más, há problemas, há “coisas para fazer”...
As relações são enganos, prolongados ou não, que mais tarde ou mais cedo, se desfazem.
Continuam a fazer-se promessas do “para sempre”, mas quem as diz, sente um nó na garganta nessa altura.
É tudo tremendamente mastigado até à ruptura, até duas pessoas já não se co…