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TU

Tu...
Abriste-me uma janela,
quando me fecharam uma porta.

Tu...
Acolheste-me nos teus braços,
quando me sentia pequenina.

Tu...
Fizeste renascer sentimentos,
quando pensei que o meu coração,
cansado, dorido, do desgaste,
não pudesse mais sentir,
num pulsar com ritmo,
ao contrário da arritmia,
que outrora se tinha apoderado,
deste cavaleiro que mora no meu peito.

Tu...
és para mim, mais do que um amor.
És parte de mim... a minha alma gémea.

Tu...
és eu e eu sou tu,
como quando o céu e o mar se cruzam no horizonte
e se transformam num só, aos olhares das pessoas.

Tu...
precioso e único,
especial e eterno,
sabes que o meu coração pertence-te,
hoje mais do que ontem,
mas menos do que amanhã,
porque todos os dias...
Tu...
Cresces no meu coração,
Ganhas asas no meu estômago
e estremeces cada célula do meu corpo, porque
Tu...
Serás sempre a estrela mais brilhante do meu céu,
a água mais límpida e quente do meu mar e
mesmo que se avizinhem muitas tempestades,
estaremos juntos para vencê-las sem hesitar.



Sinceramente podia cont…

RETICÊNCIAS...

Desculpem-me...

A longa pausa,
o silêncio,
a falta de palavras,
de histórias,
de imaginação,
de vontade,
de tempo.

Esta ausência será sempre, só e apenas... reticências.

Traquina e as Gilletttes Assassinas

Imagem
Capa
Originally uploaded by Moon*.Hoje vou deixar-vos uma história que o meu amigo Paulo Filipe escreveu para mim:

Traquina nasceu dentro de uma pasta de dentes no seu planeta natal Dentagard. É uma adolescente igual a tantas outras, estuda informática no 26º e ultimo ano e tem bastante aptidão para engenhocas.
Tem uma grande curiosidade e um grande interesse pelo PlanetaTerra, tendo na sua gruta um acesso ilegal a câmaras, canais e rádios da Terra.
Eram dias que passava em frente á televisão, junto do seu Urso Polar observando o comportamento dos Terrestres tentando perceber se pensavam da mesma forma que ela. Via também tantas espécies estranhas, pessoas amarelas, azuis, animais que falam, pessoas com poderes extraordinários. Traquina queria muito visitar o Planeta Terra de forma a conhecer todo este tipo de gente.
O programa preferido de Traquina eram os Simpsons, tinham todos uma forma da falar e o próprio aspecto deles que a faziam rir bastante. Eram eles que ela queria mesmo conhecer…

Love You... Amo-te... Je t'aime! (cartas d'amor)

“Je t’aime!”

Tão simples, tão cheio de sentimento!

Podia ficar a repetir-te isto o dia todo, sem que perdesse significado.
Podia gritá-lo ao Mundo, vezes sem conta, até ficar rouca.
Podia escrevê-lo na areia ou desenhá-lo no céu.
Podia escrevê-lo em pequenos papéis e espalhá-los por onde passasses.
Podia enviá-lo em código morse ou afixar cartazes pela cidade.
Prefiro dizê-lo baixinho ao teu ouvido, quando me abraças.

Fazes o meu coração bater acelerado. Deixa-lo vulnerável.

Perdoa-me o facto de não suportar saber que nem sempre foste meu, pois essa era a minha vontade... agora que te conheço e que te digo “Je t’aime” ao ouvido.
Perdoa-me o facto de por vezes pensar que possa mais alguém estar preso no teu pensamento e por vezes te possas distrair de mim, por pequenos segundos que sejam.
Bem sei, que nem sempre fui tua também, mas sinto-me mais tua do que de outra pessoa qualquer e se tiveres um espacinho no teu coração, para me carregares sempre contigo, não serei de mais ninguém.

Não sou perfei…

A Felicidade exige Valentia

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

escrito por Fernando Pessoa

Um dia vou construir o meu castelo!

Adoro este texto... Tem uma força única.
Hoje partilho-o com vocês.

Imagem
boca de incendio
Originally uploaded by Moon*.
Há dias em que me sinto só.
Fecham-se as portas,
Apagam-se as luzes...
Fecho os olhos,
Cerro-os, bem cerradinhos,
com medo que entre luz,
um fiozinho de luz,
que perturbe a natureza taciturna,
que se apoderou deste ser.
Faço contas de cabeça,
conto tudo...
os dias, as horas,
os segundos tão longos,
mas as contas não batem certo,
não tanto como o bater da porta,
que fechaste com tanta força.
Já não abre e se não abre,
também não fechará, nunca mais.

Só,
tão só quanto se possa sentir,
porque só me posso sentir só,
quando só estou.
O tempo é infinito e tão curto
e nele me perco,
por alguns instantes,
mergulho no mar,
deixo-me enrolar na onda.
Preciso de respirar.
Venho ao de cima e
a Lua já me faz companhia.
Espreita-me da janela.
Escuto uma melodia,
longínqua e tímida,
vai-me entrando nos ouvidos
e leva-me pela areia,
dançando...

Desfaleço.
Caio na areia fria da noite,
Só.
O meu corpo não mexe,
não tem reacção.
Coloco a mão no peito,
junto ao coração.
Este já não bate
com a mesma inten…

Canção de embalar (murmúrios)

Suspendo um suspiro,
enquanto te oiço cantar,
uma canção de embalar.
Sustento o entusiasmo,
como uma criança feliz.
Crio um mundo de fantasia,
tão único e tão nosso!
Acredito que se desejar,
se deixar avançar,
possa transformar,
a fantasia em realidade.
A magia do teu olhar,
o carinho do teu abraço...
Sem fôlego fico, de tanto rir;
de sentir a alegria transbordar.
Sento-me no baloiço,
e vais me empurrando, suavemente...
Acendo a Lua para iluminar o teu rosto.
Páras o baloiço...
Apagas as estrelas para mais ninguém me ver,
Abraças-me e dás-me um beijo doce.
Esta noite, solto um suspiro,
enquanto te oiço cantar,
uma canção de embalar.

Carta para TI

Escrevo-te esta carta aqui, não porque não a possa escrever em papel, mas talvez por receio, que a tinta desapareça com o tempo, como tantas vezes aconteceu e que as minhas palavras desapareçam no tempo.
Quando o sentimento que temos por alguém é gigante, as palavras e os silêncios que nos envolvem, tomam as mesmas proporções.
São talvez proporções demasiado grandes e pesadas, para uma só pessoa e o tempo desgasta-nos, como as palavras escritas em papel.
Entende que te quero. Quero-te bem. Quero-te para mim. Quero-te muito.
A humanidade está repleta de questões e dúvidas, alguns receios. Também eu!
Questiono tudo, com muita frequência, com medo de não errar muito, como errei no Passado e com esses erros ter sofrido, mais do que seria possível... achava eu.
Sobrevivi a tão grande sofrimento e ganhei musculos, principalmente na cabeça e no coração... estão ambos mais fortes, mas ainda assim, sofrem, com pequenos “nadas” repletos de significado.
Entende que te amo. Talvez não tenha sido desde o…

AGRIDOCE

Conheço-te doce.
Provo-te amargo.
Sabor inconstante...

Agridoce!

Uns instantes mel,
escondem o fel,
que trazes nas palavras;
ora de sussurros,
pequenas brisas,
que me espreitam os ouvidos;
ora de gritos,
pequenas facas,
que me espetas no coração.

Agridoce!

Bebo o licor,
para atenuar a dor,
para disfarçar o sabor,
o amargo que tens,
que te corre nas veias.

Agridoce!

Quero-te sempre doce e
a sós provar dele.
Tão somente sós,
quanto queiras,
ainda que sempre rodeada de todos,
tão só me possa sentir e
a ti, amargo, te passa ao lado,
o desejo profundo,
tão puro e tão meu,
de somente te provar,
a ti, doce, que o teu sabor amargo,
não tem espaço no meu paladar.

Sexta-feira

Hoje não me apetece escrever coisas especiais... estou cansada e é sexta-feira.
À sexta-feira acordo irritada!
Irrita-me o facto de ainda ter 8 horas de trabalho pela frente e de estar tão cansada, que so me apetecia continuar na cama.
Irritam-me as pessoas, que não resolveram os assuntos durante a semana e esperam pela sexta para resolverem tudo... e mal... mal-humorados e mal-amados.
Irritam-me os planos para as noites de sexta-feira, como se fosse obrigatório, depois de jantar, sair por aí à deriva, tentando chegar à manhã de Sábado em coma alcoólico, sem conhecer a pessoa com quem se acorda ou quiçá o país.
Enfim... à sexta feira transformamo-nos em coisas. Usamos o nosso corpo como saco de pancada. Descarregamos nele todos os males da Vida, aqueles que nos acontecem durante a semana.
Hoje é sexta-feira e neste momento, do meu corpo uso o essencial para escrever este texto.

Divirtam-se!!!