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Título desconhecido

- Sorri! – dizem-me… 300 vezes numa noite.
Penso para mim… não me apetece sorrir. Terei mesmo de o fazer só porque me pedem?
Não, claro que não e opto por não sorrir e ficar conotada como pessoa mal-disposta ou aborrecida.
Hoje apeteceu-me vir para a varanda escrever este post que não tem nada de especial, a não ser a pretensão de não ser, de facto, nada de especial… e não é!
Para fugir aos posts melodramáticos dos últimos tempos e à falta de inspiração para as histórias e poemas que outrora vaguearam neste espaço, hoje apeteceu-me porque sim, escrever, deixando as palavras levarem-me para onde quiserem.
Hoje não sou eu que as comando, mas sim elas que tomaram o total comando e assim me vão levando nesta viagem.
Bem, parece que vou ter de levar o post lá para dentro, visto que o portátil está a ficar sem bateria.
Back again… ligada à corrente de alimentação.
Era assim que devíamos andar todos… ligados 24 horas por dia à corrente de alimentação e assim, enganaríamos o terrível cansaço, que de …

Maybe i should be more like you...

Maybe i should be more like you...
Love less...
Live more... or maybe die more inside... a little bit everyday, in you and me!

My tears are nothing more but rain for your selfish philosophy of life.

No pain for you... That heart no longer can feel true love. Never did!

Let me show you how it is... this love.
Feel my tears deep in your heart.
Feel my fear and my pain, ‘cause this pain is real and it’s caused by you.

Don’t lie, don’t hide...
Don’t turn my tears into yours.

Just look into my eyes and Kiss our fears goodbye
Are you ready to let me go?
Do you want to lose me?

I’m lost!

Trying hard not to fall apart.

We can be so much more... when the pain goes away...
When you start to feel...
Love more...
Live less... or maybe live more inside... a little bit everyday, for you and me!!!

O que fazer para matar o tempo?

Agarrá-lo bem, com as duas mãos e apertá-lo com muita força!!!

Em busca do vale encantado

Em que pé é que estamos?

Continuamos a pé coxinho, com medo de aprendermos a usar o outro?

Será que já aprendemos a andar com os dois pés, mas temos medo de o mostrar?

Ou será que agora que aprendemos a andar com os dois pés, queremos aprender a voar?

Já repararam, que nada é suficiente para nós?
Falta sempre qualquer coisa...
O que temos é sempre imperfeito e incompleto e o que não temos, dá-nos sempre uma vontade incrível de ter.
Andamos sempre a lutar por alguma coisa e quando a temos, esquecemo-nos dela e continuamos a lutar por uma outra coisa.
São poucos os que dão valor às coisas que vão alcançando e tentam mantê-las, porque afinal, são preciosas.
Tanto tempo foi utilizado na sua conquista. Descargas de energia e dores de barriga (nalguns casos).
O objecto do nosso desejo, está finalmente em nossa posse e nós o que fazemos???
Usamo-lo até ao desgaste, numa lenta destruição.
Devíamos cuidar dele... cuidar de todas essas coisas que nos despertam a atenção, para o possível alcance da felicida…

TU

Tu...
Abriste-me uma janela,
quando me fecharam uma porta.

Tu...
Acolheste-me nos teus braços,
quando me sentia pequenina.

Tu...
Fizeste renascer sentimentos,
quando pensei que o meu coração,
cansado, dorido, do desgaste,
não pudesse mais sentir,
num pulsar com ritmo,
ao contrário da arritmia,
que outrora se tinha apoderado,
deste cavaleiro que mora no meu peito.

Tu...
és para mim, mais do que um amor.
És parte de mim... a minha alma gémea.

Tu...
és eu e eu sou tu,
como quando o céu e o mar se cruzam no horizonte
e se transformam num só, aos olhares das pessoas.

Tu...
precioso e único,
especial e eterno,
sabes que o meu coração pertence-te,
hoje mais do que ontem,
mas menos do que amanhã,
porque todos os dias...
Tu...
Cresces no meu coração,
Ganhas asas no meu estômago
e estremeces cada célula do meu corpo, porque
Tu...
Serás sempre a estrela mais brilhante do meu céu,
a água mais límpida e quente do meu mar e
mesmo que se avizinhem muitas tempestades,
estaremos juntos para vencê-las sem hesitar.



Sinceramente podia cont…

RETICÊNCIAS...

Desculpem-me...

A longa pausa,
o silêncio,
a falta de palavras,
de histórias,
de imaginação,
de vontade,
de tempo.

Esta ausência será sempre, só e apenas... reticências.

Traquina e as Gilletttes Assassinas

Imagem
Capa
Originally uploaded by Moon*.Hoje vou deixar-vos uma história que o meu amigo Paulo Filipe escreveu para mim:

Traquina nasceu dentro de uma pasta de dentes no seu planeta natal Dentagard. É uma adolescente igual a tantas outras, estuda informática no 26º e ultimo ano e tem bastante aptidão para engenhocas.
Tem uma grande curiosidade e um grande interesse pelo PlanetaTerra, tendo na sua gruta um acesso ilegal a câmaras, canais e rádios da Terra.
Eram dias que passava em frente á televisão, junto do seu Urso Polar observando o comportamento dos Terrestres tentando perceber se pensavam da mesma forma que ela. Via também tantas espécies estranhas, pessoas amarelas, azuis, animais que falam, pessoas com poderes extraordinários. Traquina queria muito visitar o Planeta Terra de forma a conhecer todo este tipo de gente.
O programa preferido de Traquina eram os Simpsons, tinham todos uma forma da falar e o próprio aspecto deles que a faziam rir bastante. Eram eles que ela queria mesmo conhecer…

Love You... Amo-te... Je t'aime! (cartas d'amor)

“Je t’aime!”

Tão simples, tão cheio de sentimento!

Podia ficar a repetir-te isto o dia todo, sem que perdesse significado.
Podia gritá-lo ao Mundo, vezes sem conta, até ficar rouca.
Podia escrevê-lo na areia ou desenhá-lo no céu.
Podia escrevê-lo em pequenos papéis e espalhá-los por onde passasses.
Podia enviá-lo em código morse ou afixar cartazes pela cidade.
Prefiro dizê-lo baixinho ao teu ouvido, quando me abraças.

Fazes o meu coração bater acelerado. Deixa-lo vulnerável.

Perdoa-me o facto de não suportar saber que nem sempre foste meu, pois essa era a minha vontade... agora que te conheço e que te digo “Je t’aime” ao ouvido.
Perdoa-me o facto de por vezes pensar que possa mais alguém estar preso no teu pensamento e por vezes te possas distrair de mim, por pequenos segundos que sejam.
Bem sei, que nem sempre fui tua também, mas sinto-me mais tua do que de outra pessoa qualquer e se tiveres um espacinho no teu coração, para me carregares sempre contigo, não serei de mais ninguém.

Não sou perfei…

A Felicidade exige Valentia

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

escrito por Fernando Pessoa

Um dia vou construir o meu castelo!

Adoro este texto... Tem uma força única.
Hoje partilho-o com vocês.

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boca de incendio
Originally uploaded by Moon*.
Há dias em que me sinto só.
Fecham-se as portas,
Apagam-se as luzes...
Fecho os olhos,
Cerro-os, bem cerradinhos,
com medo que entre luz,
um fiozinho de luz,
que perturbe a natureza taciturna,
que se apoderou deste ser.
Faço contas de cabeça,
conto tudo...
os dias, as horas,
os segundos tão longos,
mas as contas não batem certo,
não tanto como o bater da porta,
que fechaste com tanta força.
Já não abre e se não abre,
também não fechará, nunca mais.

Só,
tão só quanto se possa sentir,
porque só me posso sentir só,
quando só estou.
O tempo é infinito e tão curto
e nele me perco,
por alguns instantes,
mergulho no mar,
deixo-me enrolar na onda.
Preciso de respirar.
Venho ao de cima e
a Lua já me faz companhia.
Espreita-me da janela.
Escuto uma melodia,
longínqua e tímida,
vai-me entrando nos ouvidos
e leva-me pela areia,
dançando...

Desfaleço.
Caio na areia fria da noite,
Só.
O meu corpo não mexe,
não tem reacção.
Coloco a mão no peito,
junto ao coração.
Este já não bate
com a mesma inten…