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No teu quarto

Assombrado.Demasiados fantasmas a vaguear...Perturbam-me o sono.Afugentam-me.Atormentam-me.Sinto-me pequenina.Reduzida a nada...Tão pouco...Insignificância.Esmagada pelas memórias que não me pertencem.Papéis, camisolas, aneis, talões, fotos, cartas, pó, cheiros...Deslocada.Sinto que não me pertence.Inquieta.Fecho os olhos.Outro lugar...Longe!No teu quarto,

Joyeux Noel

O InCulto e a sua autora, desejam a todos os que nos lêem, um excelente Natal, na companhia daqueles que mais amam!
Merry Christmas! HO HO OH HO :)

My Macbook

Comprei um Macbook…
Não tenho palavras para descrever este pequenino portátil, de côr branca e a sua incrivel dimensão, que vai para além das 13 polegadas de ecrã.
Na verdade, acho que o comprei também, para fazer companhia ao meu “ilamp”, como é acarinhado o meu computador de secretária, que é uma das obras-primas do Design made by Apple.
É lindissimo!...
É verdade que parece um candeeiro, mas um candeeiro com muito estilo e com imensas funcionalidades.
Já andava há imenso tempo atrás dum computador que pudesse levar para todo o lado, para poder divagar quando bem me apetecer e para poder de alguma forma ter um disco externo para as ideias do meu cérebro.
A internet aborrece-me… Vou lá fazer, mais ou menos o mesmo que toda a gente, mas nunca consigo ficar por lá, como muitos que se perdem durante largas horas, aborrece-me. Farto-me e desligo.
Este portátil serve também para matar os tempos mortos… quando não se faz mais nada… em vez de se fazer companhia à pessoa que está ao lado a devorar …

Quem és? O teu Amor!

Suspiro.

No coração... um aperto...

Por não te ter comigo todos os segundos do meu dia, porque me fazes falta como o ar que respiro ou a água que bebo.

Durante muito tempo vivi no engano.
Pensei que sabia o que era o Amor. Doce engano, mas não... só ilusões, breves miragens de um oásis que não existe.
Tu fizeste-me descobrir um sentimento maior, algo inexplicável, de valor incalculável, infinito na sua existência... infinito em NÓS!

Assola-me o medo, que encontres na "Francisca", o mesmo encanto que encontraste em mim e que esta magia se perca noutro oásis.
Não quero fugir, não quero baixar os braços, nunca o farei... porque luto sempre até ao FIM por aquilo que quero e digo sem rodeios, que não há nada neste Mundo que queira mais do que TU... HOJE e SEMPRE!!!

O meu coração bate disparado quando estás por perto, cada vez mais, numa cadência louca.

Fantasmas? Todos os temos!
Os teus, não os quero! Quero-os longe, esses pálidos defuntos. Quero enterrá-los, junto ao núcleo desta TERRA. T…

RE(Animação)

Isto está mesmo paradinho... ai, tão paradinho!

Bem, temos de animar o local...

Vamos dar aqui uma festa!!!

Desçam a bola de espelhos....

Toca a dançar!!!

Clocks

O meu Tempo.
O teu Tempo.

Diferentes...
Distantes...

The END

Enquanto Susana arrumava rapidamente as coisas na mala, Henrique olhava-a incrédulo com a sua atitude.
Susana apercebeu-se...
- Estou farta!!! Farta das tuas mentiras, das tuas atitudes, do teu desrespeito! - gritava Susana, enquanto lhe escorriam as lágrimas pelo rosto.
- Mas quais mentiras Su? Estás a delirar? Eu nunca te menti... juro pela minha mãe! - dizia Henrique, enquanto a agarrava pelos braços e a abanava.
- Larga-me!!! - soltou-se Susana - Estavas a magoar-me, não viste? Claro que não viste, nunca vês... nunca viste de todas as vezes que andaste a “flirtar” com todas as mulheres, as que conhecias e as que não conhecias e ainda mentias aos teus amigos, que te defendiam com unhas e dentes... o quanto me magoaste.
- Eu nunca menti a ninguém e muito menos aos meus amigos! Que história é essa Susana? Já me estou a passar contigo. - Henrique levanta a mão, como se lhe fosse bater, mas recua e passa a mão pela cabeça.
- Sim... aos teus amigos. Deves ter tanta vergonha das merdas que faz…

Título desconhecido

- Sorri! – dizem-me… 300 vezes numa noite.
Penso para mim… não me apetece sorrir. Terei mesmo de o fazer só porque me pedem?
Não, claro que não e opto por não sorrir e ficar conotada como pessoa mal-disposta ou aborrecida.
Hoje apeteceu-me vir para a varanda escrever este post que não tem nada de especial, a não ser a pretensão de não ser, de facto, nada de especial… e não é!
Para fugir aos posts melodramáticos dos últimos tempos e à falta de inspiração para as histórias e poemas que outrora vaguearam neste espaço, hoje apeteceu-me porque sim, escrever, deixando as palavras levarem-me para onde quiserem.
Hoje não sou eu que as comando, mas sim elas que tomaram o total comando e assim me vão levando nesta viagem.
Bem, parece que vou ter de levar o post lá para dentro, visto que o portátil está a ficar sem bateria.
Back again… ligada à corrente de alimentação.
Era assim que devíamos andar todos… ligados 24 horas por dia à corrente de alimentação e assim, enganaríamos o terrível cansaço, que de …

Maybe i should be more like you...

Maybe i should be more like you...
Love less...
Live more... or maybe die more inside... a little bit everyday, in you and me!

My tears are nothing more but rain for your selfish philosophy of life.

No pain for you... That heart no longer can feel true love. Never did!

Let me show you how it is... this love.
Feel my tears deep in your heart.
Feel my fear and my pain, ‘cause this pain is real and it’s caused by you.

Don’t lie, don’t hide...
Don’t turn my tears into yours.

Just look into my eyes and Kiss our fears goodbye
Are you ready to let me go?
Do you want to lose me?

I’m lost!

Trying hard not to fall apart.

We can be so much more... when the pain goes away...
When you start to feel...
Love more...
Live less... or maybe live more inside... a little bit everyday, for you and me!!!

O que fazer para matar o tempo?

Agarrá-lo bem, com as duas mãos e apertá-lo com muita força!!!