Mensagens

Past, Present and maybe Future!

HOPE!
STRENGTH!
AMBITION!
TRUST!
LOVE!
LUST!

OVERWHELMING FEELINGS...
ME & YOU?!...

2000 e...

Estou tão cansada!
Sinto-me completamente esgotada de um ano tremendamente cansativo em todos os aspectos. Sinto que envelheci trinta anos de alma, mas por fora rejuvenesci e apesar de não fazer muito sentido, é assim que me vejo... mais nova no espelho, mas muito mais velha no coração. Não sei se isto é bom ou mau. Ainda não me dei tempo para perceber ou ainda não quis ter tempo, porque pode significar o fim de muita coisa e está demasiado frio para grandes pensamentos. Não irei fazer balanços, porque foi demasiado mau para haver "balanço". Não houve equilíbrio e senti-me desequilibrada todo o ano, até conseguir assentar os pés no chão e respirar, mas ainda me custa. Gostava de saber se poderia ter sido diferente, mas não me cabe essa resposta. Não vou comer passas. Passo! Não vou brindar, porque não há nada para brindar. Não vou pular, nem fazer "pé coxinho". Não vou ter os olhos abertos, porque vou querer passar este pesadelo sozinha e acordar noutro tempo. Não vou estar …

Crónicas de um Amor crónico

Introdução
O Amor mata!
Se costumam dizer que o que não mata engorda e se como todos sabemos, o Amor não engorda, só pode matar.
Quando corre bem, tem sempre muito exercício à mistura e quando corre mal, enfim, há uma tendência para se emagrecer. É do desgosto, dizem!
É o começo do fim. É quando o nosso coração que sofre de um amor crónico, começa a batalhar para continuar cheio... cheio desse amor, cuja alma gémea e respectivo coração gémeo já abriu mão e já fez “delete”.Hoje em dia é tão simples, para alguns, como fazer “delete”. Um gesto despreocupado, banal, um jogo de dedos no teclado da Vida.O Amor crónico, não se desprende... vive para sempre e “forever young”, raramente padece por esquecimento.O Amor crónico, vive uma Vida toda em nós e por muitos nomes e intensidades que tenha, quase sempre mata, uma e outra alma, que a muito custo acabará por se reconstruir das cinzas.Na realidade para a ascensão ser “em grande”, temos de ir ao fundo mais profundo e escuro da questão. Só aí deve…

You don't care about me... but I do!

Amarras essa corda ao pé da cama,Apertas o nó com toda a força, Mas quem me ama? Tu não! Quem?
Quando fujo, prendes-me... Fico pelas palavras que não oiço, Pelos sentimentos que não sentes, Por tudo aquilo que já não é... Por tudo o que já não somos e Que esmorece... Desvanece a olhos vistos, De quem os tem tão perto do coração.
Um fogo que ardeu sem se ver. Uma chama que teima em não se apagar e que ganha Vida nos teus braços, Tão vazios de afecto efectivo, Tão desprovidos de calor...
Ansiosos de outras peles, de outros cheiros e texturas.
Quero sentir para além desta Vida, que já não me pertence, esse coração perdido e incerto.
Quero embriagar-me noutro espírito e perder-me para sempre!
Choro o ontem com a intensidade, com que me feriste sem pudor, sem rancor e arrependimento.
Juras o juramento de Judas, mas eu juro que não quero e o meu querer é tão maior. O teu tempo está a acabar e o meu relógio continua a trabalhar.
O teu tempo precioso e rico em duvidas, é todo teu e das tuas escolhas, pois tua escolha não sou…

O que sentes?

Como é viver assim?
Assim como vives... desligado!?
Como é viver assim?
Sem sentimentos... sem sofrimento!?
Como é viver assim?
Não dar importância... não dar significado!?
Como é viver assim?
Substituindo as peças do puzzle!?
Como é viver assim?
Esquecer 300 anos em 3 segundos!?
Como é viver assim?

Eu estou ligada... ainda!
Com sentimentos e sofrimento.
Atribuindo a máxima importância e dando todo o significado.
As peças deste puzzle são, para mim, insubstituíveis.
Inesquecível...
Custa-me adormecer e respirar, com este aperto que vive em mim.

Será que te perguntas?Como é viver assim?
Com o coração cheio de amor e a cabeça cheia de memórias impossíveis de esquecer?

Será que te perguntas?Como é viver assim?
Com as lágrimas a escorrerem-me pelo rosto incontroláveis?Inconsolável... no silêncio e sozinha, no escuro das noites demasiados longas.

Como é viver assim?
Impossível!!!

Quem sou eu?

No último post deixei em aberto a questão:"Quem sou eu?"
Talvez saiba a resposta. Talvez a tenha encontrado, quase como uma revelação.
Eu sou EU. Única. Autêntica. Tenho um coração gigante e muitas vezes ponho os outros à minha frente. Grande amiga dos meus amigos. Tenho um tremendo mau-feitio e adoro o mar. Quando me entrego, dou sempre 100% do que sou. Falo com o coração e meto-me em apuros com muita frequência, graças à incontinência verbal, que temo que nunca venha a controlar. Na maior parte das vezes, amo mais do que sou amada. Não gosto de mentir e odeio que me mintam. Posso ser vingativa, mas sempre com muita classe e nunca me rebaixando ao nível daqueles que me ferem. EU? Sou diferente. Sou EU. Gosto de conduzir. Adoro a Apple. Adoro coisas complexas e detesto o fácil. Adoro cozinhar, mas odeio passar-a-ferro. Prezo a verdade acima de tudo. Vivo de emoções e alimento sentimentos profundos e arrebatadores. Detesto o comum, o banal e o fútil. Amo a diferença, não para me destacar dos ou…

Carpe Diem

Se soubesse o que sei hoje, decerto não estaria aqui sentada neste sofá a escrever este texto.
Estaria em digressão com a minha banda, de um estilo musical alternativo, onde pudesse extravasar tudo aquilo que tenho cá dentro... uma espécie de exorcismo bom.
Acredito que as pessoas boas de coração não deveriam sofrer nunca na Vida, mas tenho vindo a constatar o contrario... que são essas, as que mais sofrem.
Talvez se ponham a “jeito”. Talvez seja karma... muito mau karma!
Nada é garantido nesta Vida e facilmente te puxam o tapete debaixo dos pés. Normalmente apanham-te desprevenido, para caíres de cú e para que a dor nos ossos seja tão insuportável que nem consigas andar.
Pois bem, não será assim... não comigo. Não!!!
Quem faz a minha Vida sou eu e quem manda nela sou eu e só eu e como tal, não a deixarei levar a melhor.
Sou uma tonta!
Sou tonta por não perceber que mereço sempre melhor do que aquilo que tenho. Por não perceber quem sou.
E quem sou eu?

Oh si

Era um final de tarde de Primavera, quando Juan pôs os olhos em Margarette e nunca mais quis outra coisa.
Estavam ambos sós, sentados numa mesa de café, quando Juan de olhar latino e atrevido, reparou numa ruiva de cabelo encaracolado e tez muito branca.
Margarette bebia um chá, empinando o dedo mindinho e fugia dos olhares alheios, com a sua timidez.
Juan levantou-se da sua mesa, ajeitou a gola da camisa, agarrou nas cigarrilhas e avançou com o seu charme até à mesa de Margarette, perguntado:
- Como te llamas?
Margarette olhou Juan e timidamente respondeu:
- Margarette!
Juan puxa de uma cadeira e senta-se.
- Habla Francês e tueca piano?
- Non, sou escriturária!... e jogo Macramet nas horas vagas. – sorriu.
- Muy bien! Me gusta mujeres que gustan de juegos. E que mas?- Gosto de passeios na praia e de filmes independentes, de produtores nepaleses, com elenco suomi…. Adoro comida do Myanmar e sou fã do Glorioso. - Oh si! A mi me gusta Barcelona e Steven Seagal.
A conversa continuou por longas hor…

O Adeus de Tatiana!

Deitada na minha cama, olho o tecto na ânsia de lá encontrar as respostas às minhas tormentas.
Viro e reviro-me, mas não consigo iluminar a mente. Está demasiado difícil!
Levanto-me. Visto-me. Preciso de sair de casa urgentemente.
Agarro no telemóvel, na mala, na chave do carro e na chave de casa e fecho a porta como se fugisse.
Deixo-te para trás. Tento esquecer a insanidade que invadiu a minha Vida, nos últimos tempos.
Quero ser forte!
Entro no carro. A música berra-me aos ouvidos, graças a umas valentes guitarradas e a uma bateria potente.
Quero desaparecer. Evaporar-me. Teletransportar-me para outro sítio, noutra dimensão ou galáxia.
Estou tão zangada! Tão destroçada!... Tão frágil...
Mal consigo conduzir, com as lágrimas que me invadem, num choro compulsivo.
Queria, por uma vez na Vida... não sentir!
Não sentir o coração bater-me dentro do peito como se quisesse sair. Como se também ele, não estivesse bem comigo.
Pára!
Parei o carro no meio da estrada!
Não aguento mais. Sinto-me a sufocar.
Atr…

De que és feito?

Queria achar em mim a força,
A força que me arrancaram,
De dentro para fora!
Achar o sentimento indestrutível,
Que destruíram com uma arma de baixo calibre...Deram-me uma dentada a sangue frio.
Fincaram-me os dentes e arrancaram-me o núcleo,
A minha razão, o meu porto de abrigo.O discernimento mantenho-o,
Para continuar com os pés no chão e
Seguir em frente com mais uma batalha,
Sozinha e de mente incansável,
Sigo em frente em direcção a algo...Indefinido e momentaneamente sem sentido,
O Futuro, revelar-se-à perante os meus olhos,
Traídos por uma imagem falsa de felicidade.Vou esperar a minha oportunidade,
Quando descobrir onde pertenço,
Porque a minha escolha na verdade,
Tem sempre um sabor amargo e denso.De que és feito tu Amor,
De que és feito?Duma densa névoa fria e impenetrável?
Incapaz de gritar sentimentos ao Mundo?
Cruel e sem palavras, sem gestos de ternura?És feito de cinza, pó de escárnio!
És feito de incerteza e insegurança!És feito de nada,
Pequenos pedaços de nada!